SON-R 2½-7 [a] (Coleção)

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SON-R 21/2-7 [a]

Teste Não-Verbal de Inteligência

O SON-R 21/2-7 [a] é um instrumento não verbal para avaliação da inteligência geral.

Atende tanto a crianças típicas, como crianças com diversos típos de deficiência. Por não depender de habilidades linguísticas, ele se torna adequado à crianças com necessidades especiais de linguagem, fala ou comunicação, como surdez, autismo e transtornos de desenvolvimento. Além disso, o teste também é adequado para imigrantes, cuja a primeira lingua é diferente da falada no lugar de moradia.

Seu objetivo é a avaliação geral do desenvolvimento e das habilidades cognitivas, através de quatro subtestes, que avaliam habilidades espaciais e viso-motoras e raciocínio abstrato e concreto.

Correção:

Manual ou informatizada através de software incluso no kit, disponível para Windows 98, Me, NT, 2000, XP, Vista, Windows 7.

Difere de outros testes não-verbais para crianças, na sua combinação de:

Abordagem amigável – no estilo de administração e na atratividade dos materiais;
Pessoal – aplicado de acordo com a particularidade de cada criança;
Variedade das habilidades medidas e na possibilidade de testar a inteligência independentemente do nível de habilidade verbal.

Os subtestes podem ser agrupados em dois tipos: Testes de raciocínio (Categorias e Situações) e testes de execução com enfoque espacial e viso-motor (Mosaicos e Padrões).

Portanto, esse teste pode servir tanto como primeira opção, quanto como um segundo teste nos casos em que decisões importantes precisam ser tomadas ou se a validade do primeiro teste for duvidosa.

Material (Coleção):

01 Maleta de madeira;

01 Manual;

01 Subteste Mosaicos – Caderno de aplicação; duas molduras cinza; caixa com três compartimentos e tampas individuais;

01 Subteste Categorias – conjunto de quadrados (oito vermelhos, oito amarelos e nove vermelho/amarelos);

01 Subteste Situações – Caderno de aplicação; cartolina amarela e caixa de cartões;

01 Subteste Padrões – Cadernos de aplicação (10); cartolina amarela;

02 Lápis;

01 Borracha;

01 Apontador;

10 Folhas de Resposta;

01 CD para correção informatizada.

População: O instrumento é destinado à crianças de 2 anos e meio à 7 anos e 11 meses de idade.

Aplicação: Individual.

Tempo de aplicação: Em média 40 minutos.

Contexto recomendado: Educacional, Clínico, Neuropsicológico e demais áreas onde o propósito é fazer uma avaliação da cognição.

Padronizadores

Jacob Laros

Doutor PhD desde 1991 em Psicologia pela University of Groningen (RuG). Realizou seu primeiro estágio pós-doutoral em 2001 também na RuG e efetuou seu segundo estágio pós-doutoral em 2009 na Universidad de Valencia (Espanha). Integra o corpo docente do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) desde 1995. É professor adjunto IV no Instituto de Psicologia da UnB e na Pós-graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (PSTO) e coordenador do laboratório META (Métodos e Técnicas de Avaliação) e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq. Atua principalmente nos seguintes temas: avaliação de programas educacionais e sociais, análise explloratório de dados, análise fatorial, análise de regressão multinível, modelagem por equações estruturais, análise gráfica de itens, teoria clássica de testes e teoria de resposta ao item. Publicou mais de 50 trabalhos (artigos, capítulos e livros) e formou 11 alunos de doutorado e 10 de mestrado.

Peter Tellegen

Depois de obter o título de Mestre em Psicologia pela University of Utrecht, em 1973, começou a trabalhar como professor adjunto na University of Groningen. Em 1991, o professor Tellegen obteve o título de PhD em Psicologia ao defender a sua tese sobre a normatização e validação do SON-R 5 1/2 – 17 na Holanda. Os principais enfoques do seu trabalho científico são: a construção de testes e a área de psicometria. Ele é autor dos testes não-verbais SON-R, de um teste educacional para seleção de estudantes do ensino médio e um teste computadorizado para alunos superdotados. Uma contribuição importante do professor Tellegen é o desenvolvimento de um método de normatização contínua, que foi utilizado pela primeira vez com os testes SON. Ele é editor do site www.testresearch.nl, cujo conteúdo é dedicado ao desenvolvimento de testes.

Girlene Ribeiro de Jesus

Mestre e doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Atua desde 2003 na área de avaliação psicológica e educacional, avaliação institucional e avaliação de programas educacionais e sociais. Sua tese de doutorado, defendida e aprovada em 2009 no Programa de Pós-graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (PSTO) da UnB tratou sobre a normatização e validação do teste não-verbal de inteligência SON-R 2 1/2-7 [a] para o Brasil. Atualmente é professora adjunta da Universidade de Brasília, Faculdade de Educação.

Camila Akemi Karino

Bacharel em Psicologia (2006) e psicóloga (2007) pela Universidade de Brasília (UnB). Mestre pelo programa de pós-graduação em Psicologia Social, do Trablaho e das Organizações (PSTO) da UnB. Atualmente, é coordenadora-geral de Instrumentos e Medidas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Atua principalmente nos seguintes temas: teoria de resposta ao item, testes de inteligência, avaliação educacional e testagem adaptativa computadorizada.

* Material restrito a psicólogos.

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